Ah! Eu hoje descobri que afinal não existe a mão mentol de barro... e agora? Será que tenho de sucumbir às corporações corporosas dos buracos redondos que afinal são quadrados do rectângulo de 2+2 num plano espacial, sideral, monumental? A razão de tudo o que não tem uma consciência fixa está na mente num daqueles passarinhos azuis que se alimentam de pó branco do mago que também é amarelo, torrado e não canário. É odioso saber que o mundo se governa por ondas, relâmpagos, couves, voar, cantar, reler o livro dos vivos, dos mortos e dos assim-assim.
O guincho da guitarra ligada ao cubo negro de botões amarelos leva-me para longe daqui mas perco-me no caminho e fico louco, louco, louco, louco, maluco, fora de mim. A louça é feita de caco porque ele é pó e ao pó voltará, tal como tu, tal como eu e tal como o Joel, o castor e todos os reis do paláciozinho estranho que se construíu a si próprio, dentro do qual eu me instruí a mim próprio e caí. A espiral verde é estranha demais para ser de um imperador a sério por isso é para ti seu verme, seu reles, seu camoninini... Uma palavra vale mil imagens de caras de pessoas, de faces de pessoas, vazias! Mortas! Couves! Cenourinhas, batatinhas, alcachofrazinhas dos vermes, da recta final da telenovela do Gandalf e do Bilbo e de todos os monstros que coleccionavam miniaturas de miniaturas das grandes maquetes utilizadas na sequela do filme que não chegou a ser realizado, produzido, e por isso, editado ou cortado. Voa para longe, para um sítio Ah!
Manda um telegrama quando voltares para casa Sam. Manda um telegrama, uma carta, uma encomenda, um e-mail, telefona! Manda tudo o que tens em casa e depois vende o retro-espelho que o Magritte te pediu emprestado naquele sítio tão surreal, tão irreal, tão... sonho da Mmmh. Não grites! Não grites! Dança descalço depois de diminuires, dimensões diminutas, see?
Tudo louco demais! Miguel, que foste fazer, que raio foste tu comer; africano, asiático, americano, EUROPEU!!! Falta o pão na mesa, falta o cão no tapete, falta o vermelho na roleta... Cuidado! Duplo! Duplo tudo aquilo que tu dizes estar ao quilo na venda do Manel Rui Castro Alves Maria do Bocage Amarelo, percebe? Se não entende porquê comunique. Comunique. Munique. Terror. A surpresa negra das formigas que de mão em mão se alimentam de ti, de tudo, de nada, de voar, de tudo, de retrogradas planicies ambientais de acordes saídos de acordeões amarelos e verdes e azuis e cores que não existem no espectro visível de tudo.
Dei um gole na bebida untuosa e gordurosa e pantanosa que tu me deste seu marcador de faltas faltosas flatulentas de rerererororo. Agora acabei na sarjeta junto com o homem de voz fininha e aguda e cana-rachada? Não. Nada disso. Nada de nada. Para tu. Morte aos patos bravos. Vivam os baratões campestres.