Regressei de longa eremitagem num buraco de caranguejos longos e de penas coloridas, pois cansei-me de esperar, de fugir, de correr, de comer. Regressei num barquinho amarelo e roxo que me foi oferecido pelo tal maestro Rururu, e lá reconheci novas terras e cantos de batateiros de outros mundos, violências. Sou mestre. Sou rei. Sou um grande menino. Cresço e fico igual, sou mais um, mas sou único. Voei por locais inesperados da recolha alimentar e por isso sou o imperador-mor.
Vivo!
Regressei do mundo dos enfermos para atormentar-me a mim e a todos, para vos comer o cérebro seus casposos! E ajoelham-se em frente ao rei, ao mestre, a mim, o czar caracol. O Faraó adora desafiar-me, mas com uma faca na garganta eu acabo com ele, ok? Agora tenham cuidado com as maleitas derivadas da ingestão macabra de robertos na parede.
Adeus.